Engana-se quem pensa que as ruas da Cidade ficam tranquilas durante as madrugadas. Avenidas como Afonso Pena e Ana Costa estão sendo cada vez mais utilizadas por jovens com carros potentes que adoram fazer racha colocando em risco suas próprias vidas, dos passageiros e ainda de outros motoristas que nada a tem a ver a história.
No dia 8 de março (terça-feira de Carnaval) quatro jovens se acidentaram em um grave acidente ocorrido na Avenida Afonso Pena, sendo que um dos passageiros, um rapaz de 23 anos, morreu dias depois. O Polo, conforme reportagem na ocasião, trafegava em alta velocidade. A alegação de que o mesmo teria desviado de uma motocicleta, conforme dito à época, era improcedente. Uma fonte ouvida pelo Boqnews informa que na realidade o acidente foi provocado por um racha entre o motorista do veículo - que apenas sofreu escoriações - e outro carro.
Este episódio se tornou público por terem ocorrido vítimas, mas os rachas estão se tornando cada vez mais frequentes sem que nenhuma autoridade faça algo. Os grupos costumam se reunir em postos de gasolina das respectivas avenidas, geralmente regados à base de álcool e até drogas.
Perigo nas ruas
Engana-se quem pensa que as ruas da Cidade ficam tranquilas durante as madrugadas. Avenidas como Afonso Pena e Ana Costa estão sendo cada vez mais utilizadas por jovens com carros potentes que adoram fazer racha colocando em risco suas próprias vidas, dos passageiros e ainda de outros motoristas que nada a tem a ver a história.
No dia 8 de março (terça-feira de Carnaval) quatro jovens se acidentaram em um grave acidente ocorrido na Avenida Afonso Pena, sendo que um dos passageiros, um rapaz de 23 anos, morreu dias depois. O Polo, conforme reportagem na ocasião, trafegava em alta velocidade. A alegação de que o mesmo teria desviado de uma motocicleta, conforme dito à época, era improcedente. Uma fonte ouvida pelo Boqnews informa que na realidade o acidente foi provocado por um racha entre o motorista do veículo – que apenas sofreu escoriações – e outro carro.
Este episódio se tornou público por terem ocorrido vítimas, mas os rachas estão se tornando cada vez mais frequentes sem que nenhuma autoridade faça algo. Os grupos costumam se reunir em postos de gasolina das respectivas avenidas, geralmente regados à base de álcool e até drogas.