Finanças pessoais

Dicas importantes para fazer render o seu 13º salário

Dicas ajudam a reservar um parte do 13º para investimentos, gastos e reservas para o ano que se inicia ou qualquer aperto que a pessoa possa ter no futuro.

13 de novembro de 2017 - 14:00

Da Redação

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Dicas importantes ajudam a garantir uma parte dos recursos recebidos do 13º, cuja primeira parcela deverá ser paga até o final de novembro. Foto: Divulgação

Com o pagamento da primeira parcela do 13º até o final deste mês – e a segunda até o dia 20 de dezembro – a chegada deste adicional coincide com o aumento de gastos típicos de final de ano, como troca de presentes, ceia de Natal e viagens.

Mas é preciso considerar as despesas previstas para o início de 2018.

Além disso, olhar para a vida financeira e usar essa renda extra de forma consciente, respeitando o padrão de vida da família.

É importante entender que o 13º salário foi criado para ser uma gratificação de fim de ano.

Hoje, muitos contam com ele para pagar as dívidas que já têm ou para começar novas, uma evidência de que gastam mais do que a sua renda permite.

Dinheiro extra não deveria ser utilizado para quitar dívidas.

O correto é planejar e ter compromissos financeiros que caibam no orçamento mensal.

O 13º, então, pode ser poupado, investido (para render).

Ou destinado para a realização de sonhos de curto prazo (a serem realizados em até um ano).

Ou então de médio prazo (de um a dez anos) e longo prazo (acima de dez anos).

Confira as dicas de Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista.

 

Dicas para render mais seu 13º

 

– Fazer as compras de final de ano
Muitas pessoas vão utilizar o 13º salário para fazer as compras de final de ano, o que não é errado, desde que isso já tenha sido programado.

Uma maneira de fazer isso é escolher uma época do ano (geralmente o início).

Se puder inserir as despesas com a ceia de Natal e os presentes já no orçamento financeiro mensal e poupar o 13º inteiramente para os sonhos, melhor ainda.

 

– Quitar as dívidas
Para aqueles que estão endividados e veem esse dinheiro extra como a solução dos problemas, saiba que ele não é.

O ideal é que os compromissos financeiros caibam no orçamento financeiro mensal.

Antes de sair pagando as dívidas, analise todas elas, saiba o total, os juros, os prazos.

Ou seja, reúna todas as informações possíveis.

A partir daí, tente renegociar esses valores com o credor e então veja a possibilidade de usar o 13º para quitar uma dívida e resolver o problema.

 

– Poupar e investir
Há pessoas que estão em uma “zona de conforto”, ou seja, não devem, mas também não poupam.

A esses, devem agir com consciência.

Afinal, um passo em falso pode levá-los ao endividamento e até à inadimplência, uma vez que não possuem reserva financeira para se apoiar.

É claro que cada pessoa usa o 13º salário como bem entender e julgar coerente.

No entanto, já que não possui dívidas, é importante que se guarde boa parte dele.

Assim, dá para começar a formar essa reserva e também para realizar mais sonhos, de agora em diante.

Para os investidores, mesmo que iniciantes, a melhor opção para utilizar o 13º é continuar investindo, tendo sempre um objetivo, seja ele qual for.

A conclusão  é que dinheiro extra é muito positivo quando utilizado com educação financeira.

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